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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Por Que Compramos Por Impulso? - Divulgando RH Artigos


Por Que Compramos Por Impulso?



Como Surgiram as Ações de Distribuição de Mercadorias? Qual o Papel da Promoção de Vendas na Compra do Consumidor? 

Uma das primeiras atividades comerciais das indústrias de bens de consumo foi a sua própria necessidade de colocar seus produtos ao alcance dos inúmeros compradores potenciais, os quais estavam espalhados ao longo de diferentes regiões. Isso fez com que a atividade de distribuição física se desenvolvesse lentamente.

Na história humana os primeiros produtores industriais vendiam seus produtos diretamente aos consumidores finais e a conseqüência disso é que a indústria e o comércio só se desenvolveram através das atividades dos mercadores. 

Eles compravam esses produtos em larga escala dos produtores, com a finalidade de vendê-los ao comércio local, o qual se encarregava de repassá-los aos consumidores finais.

Após a Revolução Industrial, a própria indústria começou a assumir a distribuição física de seus produtos, contratando representantes para a venda direta aos varejistas. E até as duas primeiras décadas do século XX a atividade industrial junto ao comércio reduziu-se à transferência de suas mercadorias às lojas varejistas.

Com o aumento da concorrência entre os produtores, o comércio passou a contar com produtos cada vez mais diferentes uns dos outros e, além disso, passou a obter maiores quantidades e variedade de marcas. 

Dessa forma, a conseqüente dificuldade encontrada pelos fabricantes em forçar seus estoques aos varejistas foi o grande impulsor do desenvolvimento do marketing.

Após a 2ª Guerra Mundial o aumento da concorrência forçou as indústrias a incentivarem o escoamento de seus produtos junto a cada ponto de venda e, conseqüentemente, a organização das atividades de Promoção de Vendas possibilitou ao consumidor final o impulso necessário à preferência de seus produtos.

Compra por Impulso

Atualmente, ao entrar em numa loja comercial o consumidor já traz consigo uma relação de produtos que pretende comprar; ou no mínimo, tem a referência daquilo que precisa como necessidade básica. O consumidor ainda não se decidiu pela compra de fato, mas ao percorrer a loja, acaba comprando produtos que não havia planejado comprar e acaba até comprando outras marcas que não estava acostumado a comprar. A isso se denomina compra por impulso. 

É na loja onde acontece a decisão final de compra. Portanto, é nesse local (a loja) onde deve haver toda a ambientação adequada que motive e predisponha os consumidores à compra. Sendo assim pode-se afirmar que a compra por impulso é a decisão de compra estimulada pelas boas ações da Promoção de Vendas.




A Missão e os Valores Numa Empresa - Divulgando RH Artigos

A Missão e os Valores Numa Empresa





Hoje em dia é bastante comum chegarmos à recepção de uma empresa e já nos depararmos com um quadro afixado na parede no qual estão declaradas a sua Missão, os Valores que a norteiam e a Visão de Futuro que a inspira. Contudo, será que isto é mesmo importante?

Como ocorre a cada um de nós seres humanos, as organizações também precisam ter uma identidade clara para que todos os públicos de interesse saibam qual a sua razão de ser (Missão), quais as crenças que dirigem a sua atuação (Valores) e aonde ela pretende chegar (Visão de Futuro). Portanto, não se trata apenas de mera formalidade, mas de um compromisso público assumido diante de todos aqueles que são impactados por ela.

Quando uma empresa nasce, no coração de seu fundador deve existir um propósito maior a ser cumprido que vá além do interesse de ganhar dinheiro. É importante que haja uma finalidade básica capaz de contagiar as pessoas e impulsioná-las a serem melhores. Parece poético, mas a Missão da companhia existe exatamente para dar significância àquilo que os colaboradores fazem em seu dia a dia e orgulhar os clientes que adquirem seus produtos e serviços.

Por isto, quanto mais simples for a sua declaração no papel, melhor. A da Disney, por exemplo, é “Alegrar as pessoas”. Quer algo mais fácil de compreender do que isto? Mas não basta uma bela frase se não houver o compromisso de todos e é aí que reside o sucesso desta companhia de entretenimento. Seu elenco (como os colaboradores são chamados) faz de tudo para que os clientes vivam no reino mágico enquanto estiverem por lá.

Certa vez uma garotinha entrou na fila de um dos brinquedos mais disputados e um funcionário percebeu que o sorvete dela logo começaria a derreter, oferecendo-se para segurá-lo enquanto ela estivesse se divertindo. Alguns minutos depois, quando retornou para buscar o seu picolé, a menina notou que o integrante do elenco estava à sua espera com o sorvete intacto. Surpresa, perguntou: “Mas ele não derreteu?” Ouvindo como resposta: “Aqui os sorvetes aguardam as crianças enquanto estão brincando”.

No entanto, não basta ter uma declaração de Missão que seja compreendida por todos. É importante que a sua empresa também se debruce a mapear os princípios que orientam o cumprimento de sua finalidade básica, ou seja, de que forma ela desempenha o seu papel no mundo. 

Por conseguinte, os Valores precisam escancarar que tipo de comportamento espera dos colaboradores, como se relaciona com os fornecedores, de que maneira os clientes são percebidos e qual a responsabilidade que lhe cabe na sociedade como um todo.

E é justamente aí que começam os problemas. Já que pretendem declarar estes Valores publicamente muitas escrevem palavras bonitas apenas para que soem bem em seus materiais institucionais, tendo pouquíssima preocupação com o real impacto deste pseudo-compromisso. Só que numa companhia em que os valores declarados são invisíveis às pessoas em seu trabalho cotidiano, a confusão está lançada.

Não é incomum encontrarmos empresas nas quais se lê nos editais que “nossos colaboradores são o maior ativo que temos e por isto valorizamos suas ideias”, mas as pessoas jamais são convidadas a expressarem o que pensam a respeito dos mais diversos problemas pelos quais suas corporações vêm passando e ai de quem se arrisca a manifestar-se. Seria muito melhor que assumissem a hierarquia e a obediência como valores do que continuarem a cometer o auto-engano, mas infelizmente não pensam assim.

Definir a Visão de Futuro para os próximos cinco ou dez anos é uma tarefa de importância capital para que a sua companhia tenha foco e estabeleça a estratégia correta, mas muita coisa deixará de ser executada se a Missão e os Valores não estiverem alinhados àquela ou forem incompreendidos pelos colaboradores.


Os fins justificam os meios? - Divulgando RH Artigos


Os fins justificam os meios?



Fonte: Portal Qualidade Brasil
Colunista: Roberto Recinella


Predadores são tipicamente agressivos, o próprio dicionário Aurélio o define como o ser que destrói outro violentamente.

Biologicamente predador é aquele que procura ativamente as suas presas, as perseguem, capturam e comem, ou seja, boa parte dos animais são considerados predadores desde os pequenos insetos até um leão ou o grande tubarão branco, mas o tamanho não importa, já que todo predador pode se tornar um dia, uma presa.

Não existem exceções, exemplo disso é a diminuição na população dos grandes felinos e o próprio tubarão branco que se tornaram presas do bicho homem.

Alguns predadores se alimentam de indivíduos da própria espécie, incluindo os seus descendentes, fenômeno conhecido por canibalismo.

Este comportamento é muito conhecido no mercado.

Também conhecida como concorrência desleal consiste basicamente em oferecer preços abaixo do mercado, ou até abaixo dos custos, para tentar inviabilizar o negócio de seu concorrente.

Na maioria dos casos, a empresa que usa este artifício aplica preços baixos apenas onde concorre com a empresa alvo ou apenas pelo tempo suficiente para desestabiliza-la financeiramente, geralmente esta empresa consegue cobrir suas perdas com os lucros obtidos em outras regiões ou produtos. O objetivo final é eliminar um concorrente para poder praticar preços maiores no futuro, compensando as perdas presentes.

Mas esta concorrência predatória é muito mais comum na área de serviços, quem nunca presenciou uma cena onde um profissional cobre o orçamento do seu colega.

Outro exemplo é o mercado de educação que passa por um desequilíbrio devido a maior oferta do que à demanda, com isso muitas instituições estão trabalhando com mensalidades abaixo do custo e incentivando um leilão ás avessas de preços.

Algumas ações consideradas pouco éticas estão sendo praticadas neste mercado como seduzir alunos de outras instituições propondo condições diferenciadas em caso de transferências, na qual a instituição-destino baixa o seu preço em relação á instituição-origem e, muitas vezes até abaixo do seu próprio preço para os seus alunos já regularmente matriculados.

Outra forma muito comum de concorrência predatória é das empresas legalizadas que pagam todos os seus tributos em dia contra aquelas ilegais ou que se utilizam de subterfúgios fiscais para vender mais barato ou mesmo contra os artigos importados.

Infelizmente, no Brasil devido à magnitude da carga tributária que é praticamente toda repassada aos preços, aliada a uma legislação confusa quando uma empresa está vendendo por um preço inferior, não se sabe se é por eficiência ou por sonegação de impostos.

Como disse uma vez Warren Buffet, o megainvestidor, só quando a água baixar, nós poderemos saber quem está nadando pelado.

Alem disso existe o efeito corrupção, costumo dizer que o Brasil somente cresce a noite, pois é neste horário que os políticos estão dormindo, pelo menos a maioria deles.

De qualquer modo independentemente da sua opinião a concorrência predatória continuará existindo principalmente nos dias atuais onde a maioria dos valores está corrompido pela eterna máxima do ter acima do ser, onde os fins justificam os meios e a malandragem é premiada e a honestidade desvirtuada.



Invista na Sua Marca Pessoal - Divulgando RH Artigos


Invista na Sua Marca Pessoal


Fonte: Portal Qualidade Brasil

Colunista: Eugênio Sales Queiroz


“Sua Marca Pessoal é a síntese de todas as expectativas, imagens e percepções que ela cria nas mentes das pessoas, quando elas veem ou escutam seu nome”. Dr. Hubert K. Rampersad

Você amigo leitor(a) já deve está cansado de ouvir que a concorrência está cada vez mais acirrada em praticamente todos os ramos de negócios.

A pergunta então é:

- Como posso me diferenciar dos meus concorrentes?

Resposta :

- Investindo na sua Marca Pessoal.

E para construir uma Marca Pessoal eficiente é preciso tempo e dedicação total, pois é através dela que o mundo corporativo vai conhecer você e seus atributos.

Sua Marca Pessoal deve conter sua:

Visão Pessoal.

Missão Pessoal.

Especialização, serviço e atributo dominante.

Objetivos Pessoais.

Metas Pessoais.

Ações de Melhoria Pessoal.

Respondendo com sinceridade cada item acima você estará naturalmente direcionando sua vida profissional para o sucesso.

Oriento você leitor(a) a ler o livro: “Seja o CEO de Sua Vida” do Dr. Hubert K. Rampersad da Qualitymark Editora, nele você vai encontrar um verdadeiro tesouro de como construir sua Marca Pessoal para avançar cada vez mais rumo ao êxito pessoal.

Formação de Analista de Crédito para Pessoa Jurídica - Divulgando RH Cursos



Modernas Técnicas de Decisões, Limites de Crédito e Redução de Riscos


São Paulo, 24 e 25 de Maio de 2012

Objetivos e Benefícios do Treinamentos:

• Principais conceitos e instrumentos de crédito para uma boa avaliação com base teórica de modernas técnicas de redução de risco e decisão de crédito
• Indispensáveis técnicas para uma gestão segura e eficaz ao departamento de crédito, possibilitando uma abordagem ampla e técnica de como organizar e melhorar os resultados do departamento reduzindo os riscos

Público-Alvo:

• Diretores, gerentes, supervisores, empresários, analistas de crédito, controllers, gerentes financeiros, executivos de crédito, supervisores comerciais, auditores internos e externos e consultores que desejem aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto.

Programa:

1. Crédito
• A importância do papel do crédito 
• O profissional 
• Risco do crédito

2. Norma e Procedimento
• A importância 
• Os desafios 
• A interação entre áreas e padrões

3. Cadastro
• Noções gerais 
• Análise de documentos 
• Ficha Cadastral 
• Crédito: a importância do papel do crédito, o profissional e reflexão sobre os padrões clássicos 
• Norma e procedimento: a importância, os desafios, a interação entre áreas e padrões 
• Fluxo de informações para análise

4. Fluxo de Informações para Análise

5. Análise do Negócio
• Controladores 
• Tempo de atuação 
• Produtos, clientes, fornecedores e concorrência

6. Métodos Quantitativos Aplicados ao Crédito
• Conceito estatístico 
• Modelagem estatística 
• Desenvolvimento de modelos: credit scoring, rating e especialista

7. Golpes e Fraudes
• Sinais de alerta 
• Principais golpes 
• Como restringir

8. Formas de Organizações Jurídicas

9. Introdução às Demonstrações Financeiras
• Introdução, principais ferramentas contábeis 
• Componentes do balanço patrimonial 
• Componentes do DRE

10. Garantias
• Definição 
• Modalidades de garantias 
• Formalização

11. Monitoramento de Crédito
• Definição de linha de crédito 
• Modelos de fórmulas 
• Crédito com base na análise econômico-financeiro e com base comercial

12. Relatórios de Conclusão 
• Estrutura do relatório 
• Desenvolvimento de modelo

13. Auditoria e Comitê de Crédito 
• Importância 
• Formação do comitê 
• Pasta cliente

Metodologia das Aulas:

• De forma interativa e dinâmica, o conteúdo é apresentado estimulando a troca de experiências, situações compartilhadas e vivências de casos reais e estudos de casos práticos
• Simulações de tomadas de decisões e situações do dia a dia na empresa, enfatizando a análise do crédito e risco num conjunto de fatores a serem estudados e levados em consideração pelo grupo, tornando efetivo o aprendizado da proposta do treinamento.

Sobre o Instrutor: Sérgio Martins dos Reis


• Sócio-diretor da Gestão & Treinamento Empresarial e Consultor Financeiro
• Docente de cursos de educação continuada em diversas instituições, docente de curso de pós-graduação em finanças e controladoria
• Pós Graduado em Engenharia Econômico Financeiro
• Graduado em Ciências Contábeis
• Vasta Experiência nas áreas de finanças, controladoria, crédito e cobrança em multinacionais de grande e médio porte de segmentos diversificados
• Participou de start up de empresas no Brasil
• Desenvolveu business plan, gerenciamento, planejamento e implantação das áreas de tesouraria, crédito e risco, contas a receber, contas a pagar, controladoria e o desenvolvimento de normas e procedimentos corporativos e desenvolvimentos de modelos de gestão

Datas e local:

24 e 25 de Maio de 2012
Al. Santos, 1893 - 11º andar
Cerqueira César - São Paulo - SP

Horário: 8h30 às 17h30.

Investimento: R$ 1.490,00.

- Consulte sobre desconto especial para confirmação de inscrição antecipada e para grupos.
- Os pagamentos podem ser efetuados por depósito, boleto bancário ou cartão de crédito.
- Material didático, Certificado e Coffee break estão inclusos na inscrição.
- Curso sujeito a número mínimo de inscritos para sua realização.

Informações e Inscrições:

H&B Treinamentos e Soluções Empresariais 
Telefone: (11) 3803-9340 ou solicite a ficha de inscrição pelo 
E-mail: treinamentos@heb.com.br ou acesse nosso site: www.heb.com.br